Desde 1979 em funcionamento no bairro Industrial, zona norte de Aracaju, o Parque José Rollemberg Leite, popularmente conhecido como “Parque da Cidade”, passou os últimos anos amargando uma fase ruim. Sem recursos e estrutura adequada, o local não foi apenas deixado de lado pelos órgãos públicos, como também pelos visitantes que não encontravam mais atrativos no ambiente. Mas após o projeto de revitalização iniciado pelo governo de Sergipe, o visual do parque não lembra em nada a situação lamentável na qual estava até um ano atrás.
Os 674 mil metros quadrados da área verde com dezenas de bancos espalhados para o conforto da população são aproveitados das mais diferentes formas pelos visitantes. Percorrendo o parque, é freqüente encontrar famílias fazendo picnic’s na grama, casais de namorados abraçados na beira do lago, os atletas de final de semana correndo ou mesmo gente que aproveita a sombra das árvores para tirar um cochilo. O advogado Mário Nascimento, de 29 anos, já elegeu o Parque da Cidade como o melhor programa para as manhãs de domingo em Aracaju: “Aqui é um lugar onde qualquer pessoa consegue relaxar após uma semana cansativa de trabalho. Eu trouxe comigo a minha esposa, minha filha, minha mãe e estamos todos nos divertindo juntos. O parque está fantástico e essa revitalização só contribuiu de forma positiva para toda a sociedade!”. Segundo funcionários do Parque da Cidade, domingo é o dia de maior fluxo de visitação, onde o local recebe em média 2 mil pessoas.
Abrigando 550 animais de 46 espécies diferentes, o zoológico do parque concentra a maior parcela do público que freqüenta o lugar. Os animais de grande porte, a exemplo do leão e do urso, ganharam jaulas mais amplas e o Planeta dos Pássaros abriga aves raras, cujas informações cientificas estão dispostas em placas pela gaiola gigante e que prendiam a atenção de crianças e adultos, assim como da balconista Carla Pereira: “O melhor daqui é esse contato com a natureza, não é? A gente poder respirar um ar mais puro e poder chegar perto de animais que só via por televisão!”, declara. O casal de turistas cariocas, Vera e Jayme Figueiredo encantaram-se com o local, mas fazem uma queixa: “O parque é lindo, um lugar agradabilíssimo, mas faltam informações às pessoas que visitam. Como o lugar é muito grande, estou sentindo falta de alguma placa ou mapa, por exemplo, situando as pessoas do ponto exato que estão e como se locomover melhor. Mas o lugar é lindo e a cidade está de parabéns por preservar tão bem uma área como essa.”, disse Vera.
Mas se o zoológico é o principal ponto, o teleférico é de fato a grande atração. Implantado logo no início do local, na Praça de Boas Vindas, nesta última reforma, o transporte é a atração mais disputada e proporciona uma bela vista do rio Sergipe e da cidade de Aracaju passando por seis torres durante o percurso. Empolgado, o estudante de 16 anos Mateus Silva classificou a vista da cidade a partir da cadeirinha do teleférico como extraordinária.
A injeção de ânimo dada ao parque não alegrou apenas a população local e os turistas. Os ambulantes que lá atuam vibram com a oportunidade de reforçar a renda, e outros vêem nessa oportunidade a única forma de garantir o sustento, como a recém casada Marly Cruz: “Tenho uma filha ainda pequena, estava desempregada e como moro aqui perto, resolvi vender churrasquinho logo que reabriu o parque. Então comecei devagarzinho com a minha barraquinha e hoje já consigo vender uma média de 450 espetinhos em um final de semana!”, disse a ambulante.
O espaço também conta com restaurantes, pequeno parque infantil e um centro de equoterapia. A área destinada às atividades esportivas será construída na segunda etapa da reforma. A segurança pública é garantida pela presença maciça da polícia e por um ambulatório de emergência. O acesso ao local por transporte público é feito pela linha de ônibus Maracaju/Centro, partindo do Terminal do Centro; para quem vai de carro próprio, há um amplo estacionamento gratuito. Exceto o passeio de teleférico, não é cobrada nenhuma taxa ao visitante. O Parque da Cidade emerge como uma opção saudável e econômica à população aracajuana.
Os 674 mil metros quadrados da área verde com dezenas de bancos espalhados para o conforto da população são aproveitados das mais diferentes formas pelos visitantes. Percorrendo o parque, é freqüente encontrar famílias fazendo picnic’s na grama, casais de namorados abraçados na beira do lago, os atletas de final de semana correndo ou mesmo gente que aproveita a sombra das árvores para tirar um cochilo. O advogado Mário Nascimento, de 29 anos, já elegeu o Parque da Cidade como o melhor programa para as manhãs de domingo em Aracaju: “Aqui é um lugar onde qualquer pessoa consegue relaxar após uma semana cansativa de trabalho. Eu trouxe comigo a minha esposa, minha filha, minha mãe e estamos todos nos divertindo juntos. O parque está fantástico e essa revitalização só contribuiu de forma positiva para toda a sociedade!”. Segundo funcionários do Parque da Cidade, domingo é o dia de maior fluxo de visitação, onde o local recebe em média 2 mil pessoas.
Abrigando 550 animais de 46 espécies diferentes, o zoológico do parque concentra a maior parcela do público que freqüenta o lugar. Os animais de grande porte, a exemplo do leão e do urso, ganharam jaulas mais amplas e o Planeta dos Pássaros abriga aves raras, cujas informações cientificas estão dispostas em placas pela gaiola gigante e que prendiam a atenção de crianças e adultos, assim como da balconista Carla Pereira: “O melhor daqui é esse contato com a natureza, não é? A gente poder respirar um ar mais puro e poder chegar perto de animais que só via por televisão!”, declara. O casal de turistas cariocas, Vera e Jayme Figueiredo encantaram-se com o local, mas fazem uma queixa: “O parque é lindo, um lugar agradabilíssimo, mas faltam informações às pessoas que visitam. Como o lugar é muito grande, estou sentindo falta de alguma placa ou mapa, por exemplo, situando as pessoas do ponto exato que estão e como se locomover melhor. Mas o lugar é lindo e a cidade está de parabéns por preservar tão bem uma área como essa.”, disse Vera.
Mas se o zoológico é o principal ponto, o teleférico é de fato a grande atração. Implantado logo no início do local, na Praça de Boas Vindas, nesta última reforma, o transporte é a atração mais disputada e proporciona uma bela vista do rio Sergipe e da cidade de Aracaju passando por seis torres durante o percurso. Empolgado, o estudante de 16 anos Mateus Silva classificou a vista da cidade a partir da cadeirinha do teleférico como extraordinária.
A injeção de ânimo dada ao parque não alegrou apenas a população local e os turistas. Os ambulantes que lá atuam vibram com a oportunidade de reforçar a renda, e outros vêem nessa oportunidade a única forma de garantir o sustento, como a recém casada Marly Cruz: “Tenho uma filha ainda pequena, estava desempregada e como moro aqui perto, resolvi vender churrasquinho logo que reabriu o parque. Então comecei devagarzinho com a minha barraquinha e hoje já consigo vender uma média de 450 espetinhos em um final de semana!”, disse a ambulante.
O espaço também conta com restaurantes, pequeno parque infantil e um centro de equoterapia. A área destinada às atividades esportivas será construída na segunda etapa da reforma. A segurança pública é garantida pela presença maciça da polícia e por um ambulatório de emergência. O acesso ao local por transporte público é feito pela linha de ônibus Maracaju/Centro, partindo do Terminal do Centro; para quem vai de carro próprio, há um amplo estacionamento gratuito. Exceto o passeio de teleférico, não é cobrada nenhuma taxa ao visitante. O Parque da Cidade emerge como uma opção saudável e econômica à população aracajuana.


Um comentário:
Nossa, fora sua reportagem, a gente só ouve falar deste Parque, não entendo porque a mídia dá tão pouco valor a este espaço, o que tira, para a população que carece de um parecer dos "formadores de opinião".
Super importate sua matéria, no "O Inconfidente" vai fazer uma boa divulgação do lugar.
Obs.: Apersar de ser boa, a matéria não se qualifica em "Cultura e Comportamento", precisamos encontrar outra Editoria p/ ela, crie "Turismo", fazer o que?
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